Morada
Certamente não é natural viver fechado em uma caixa de concreto, por mais luxuosa que seja, e por mais área que disponha, mas é difícil escapar disso. Certamente viver em uma casa, com terreno, de preferência em um condomínio, por razões de segurança, é bem melhor, mas não são muitas as pessoas que podem desfrutar dessa alternativa.
O recurso, muito utilizado, de se manter para fins de semana uma chácara, sitio de lazer, ou casa na praia, aparentemente encaminha uma solução em termos de convivência com a natureza, mas o que se ganha nesse aspecto, se perde com a incomodação com caseiros, já que a legislação trabalhista é totalmente inadequada para reger esse tipo de relacionamento empregatício.
O contato com a natureza é essencial para se ter qualidade de vida. É fonte de energia, é ar puro, é espaço para caminhar, mas não pode ser fonte de irritação, desgaste repetitivo, e experiência frustrante de ser tratado como sendo um explorador de pessoas, a partir de um pré-julgamento que caracteriza a Justiça Trabalhista.
Viver num sítio é ótimo, mas sem nenhum empregado e para que isso seja possível é preciso que seja a residência permanente e não somente para fins de semana. No campo, o melhor sistema é a parceria rural, algo consagrado e que protege contra questões trabalhistas contumazes.
Hoje, com o avanço dos sistemas de comunicação, não se justifica mais a concentração urbana. É irracional agrupar pessoas em edifícios, isoladas da natureza, "protegidas" por sistemas de segurança, respirando ar poluído e se alimentando de produtos industrializados, contaminados por produtos químicos.
Residir de forma permanente em contato com a natureza deve ser um sonho de vida, que pode ser realizado em função dos avanços tecnológicos que estamos vivenciando.
O recurso, muito utilizado, de se manter para fins de semana uma chácara, sitio de lazer, ou casa na praia, aparentemente encaminha uma solução em termos de convivência com a natureza, mas o que se ganha nesse aspecto, se perde com a incomodação com caseiros, já que a legislação trabalhista é totalmente inadequada para reger esse tipo de relacionamento empregatício.
O contato com a natureza é essencial para se ter qualidade de vida. É fonte de energia, é ar puro, é espaço para caminhar, mas não pode ser fonte de irritação, desgaste repetitivo, e experiência frustrante de ser tratado como sendo um explorador de pessoas, a partir de um pré-julgamento que caracteriza a Justiça Trabalhista.
Viver num sítio é ótimo, mas sem nenhum empregado e para que isso seja possível é preciso que seja a residência permanente e não somente para fins de semana. No campo, o melhor sistema é a parceria rural, algo consagrado e que protege contra questões trabalhistas contumazes.
Hoje, com o avanço dos sistemas de comunicação, não se justifica mais a concentração urbana. É irracional agrupar pessoas em edifícios, isoladas da natureza, "protegidas" por sistemas de segurança, respirando ar poluído e se alimentando de produtos industrializados, contaminados por produtos químicos.
Residir de forma permanente em contato com a natureza deve ser um sonho de vida, que pode ser realizado em função dos avanços tecnológicos que estamos vivenciando.